Preso Preso Ao completar 5 anos, a Lava-Jato, que já havia encarcerado Lula em abril de 2018, manda para a cadeia o segundo ex-presidente, Michel Temer, acusado de comandar esquema bilionário de propina

O ex-presidente Michel Temer (MDB-SP) teve seu carro interceptado por policiais federais, logo depois de sair de casa, em São Paulo, e foi preso pela manhã. A prisão preventiva (sem prazo estipulado) foi determinada pelo juiz federal Marcelo Bretas, responsável pela Lava-Jato no Rio de Janeiro, na investigação em que Temer é suspeito de receber propina das obras da usina nuclear de Angra 3 paga pela empreiteira Engevix. O ex-presidente foi transferido à tarde para o Rio, onde ficará custodiado na Superintendência da PF. Além de Temer, Bretas mandou prender outras nove pessoas, entre as quais o ex-ministro da Secretaria-Geral da Presidência e ex-governador do Rio Moreira Franco. Também foram cumpridos 26 mandados de busca e apreensão. Além do caso Engevix/Angra 3, Michel Temer responde a outros nove inquéritos. Procuradores do Ministério Público Federal acusam o ex-presidente de chefiar um grupo criminoso que estaria atuando há décadas e teria movimentado R$ 1,8 bilhão em propinas. "Esse valor mostra o quão perigosa é a organização criminosa", afirmou o procurador Eduardo El Hage. (Foto: FELIPE RAU/ESTADÃO CONTEÚDO)

"Que cada um responda pelos seus atos. A Justiça nasceu para todos", Presidente Jair Bolsonaro, ao comentar a prisão de seu antecessor

"Michel Temer é o líder da organização criminosa e o principal responsável pelos atos de corrupção aqui descritos"

"Havia uma aparente relação próxima e espúria de Moreira Franco e Temer"

TRECHOS DA SENTENÇA DO JUIZ MARCELO BRETAS, DA LAVA-JATO NO RIO DE JANEIRO



Reinaldo Azevedo » "O lava-jatismo arreganha os dentes mais uma vez"



Luiz Carlos Azedo » "É esperada onda de prisões de políticos sem mandato"



superesportes » PIONEIRAS FC PIONEIRAS FC Reportagem especial de Renan Damasceno e Maria Irenilda Pereira conta histórias dos primórdios do futebol feminino - proibido para competições oficiais no país até 1983 - em Minas Gerais. Como o dia em que o Independência lotou, em 1959, para ver garotas de um pioneiro time de Araguari, no Triângulo, entre as quais Marizela (E) e Mirna, vestirem as camisas de Atlético e América para disputar uma versão festiva do então chamado clássico das multidões. (Foto: Arquivo EM)


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