Um pesadelo chamado Candonga Um pesadelo chamado Candonga Atraso por uso de material de baixa qualidade impede drenagem de barragem tomada por rejeitos do rompimento de Fundão, em Mariana, em 2015, causando prejuízo e espalhando o medo pela região

Quase quatro anos depois do rompimento da Barragem de Fundão, em Mariana, seus reflexos seguem causando prejuízo e expondo falhas no processo de recuperação ambiental. Um erro construtivo que, segundo especialistas, foi provocado pelo uso de material de baixa qualidade já atrasou em três anos a retomada das atividades da hidrelétrica Risoleta Neves. A barragem da usina (Candonga) está tomada por rejeitos de mineração. O plano de recuperação proposto pela Fundação Renova em 2016 era retirar cerca de 3 milhões de metros cúbicos de rejeitos para um dique na Fazenda Floresta, onde a água - equivalente a 80% da composição - seria tratada para retornar ao Rio Doce.Acontece que, construído com areia e pedreira de baixa qualidade, segundo apontam profissionais da área, o dique cedeu no início do ano, comprometendo todo o processo de retirada dos rejeitos. Com isso, a expectativa inicial de retomada das atividades da usina em 2018 já foi revista para 2021 e a lama segue depositada na barragem. Em visita ao local, a reportagem constatou que o canteiro de obras foi abandonado. Enquanto isso, a incerteza assombra a comunidade. "Voltou o medo de arrebentar tudo aí para cima de novo e levar as casas da gente embora", diz o lavrador João Ribeiro (foto), de 68 anos, que vive em Santana do Deserto, município à beira do Rio Doce, bem abaixo do barramento de Candonga. (Foto: edésio ferreira/EM/D.A Press)



EDUARDO BOLSONARO: DA PF À EMBAIXADA Último doS irmãos a entrar na política, deputado federal cotado para representar o Brasil em Washington foi escrivão da Polícia Federal.



Beisebol como refúgio Beisebol como refúgio "Na Venezuela, está muito ruim. Eu trabalho um mês e não dá para comer uma semana", César Eduardo Bandres, há um mês em Belo Horizonte

Um campo de terra, na Região do Barreiro, é o lugar onde todas as dificuldades ficam para trás. Pelo menos para um grupo de venezuelanos, que se reúne no local para praticar o esporte mais popular em sua terra natal: o beisebol. É ali que, depois de limpar e marcar o solo, os refugiados que vivem na capital mineira trocam sorrisos, experiências e impressões sobre a nova terra, entre lançamentos e rebatidas que, ao mesmo tempo, os distanciam e os aproximam de suas origens. (fotos: Alexandre Guzanshe/EM/D.A Press)



24 HORAS 24 HORAS BH amanhece em ritmo de Virada Cultural neste domingo. O evento começou ontem à noite e ocupou a cidade com música, dança (foto), cinema e até oração. O encerramento, hoje às 19h, fica por conta do rapper Djonga. (Foto: gladyston rodrigues/em/d.a press)


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