impeachment » Senadores batem boca no início do julgamento Troca de ofensas em plenário leva à suspensão da sessão, atrasando o andamento do processo

Os ânimos se acirraram depois de a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) dizer que os colegas não tinham moral para julgar a presidente afastada Dilma Rousseff. E entraram em ebulição quando Ronaldo Caiado (DEM-GO), chamado de canalha por Lindbergh Farias (PT-RJ), rebateu sugerindo antidoping e que o colega não ficasse "cheirando". Diante da baixaria, o presidente do Supremo, Ricardo Lewandowski, que comanda o julgamento, interrompeu a sessão. À noite, Gleisi voltou a atacar a moral dos senadores e foi repreendida por Lewandowski. As confusões atrasaram o depoimento do procurador do MP junto ao Tribunal de Contas da União (TCU), Júlio Marcelo de Oliveira. Ele confirmou sua convicção de que Dilma cometeu crime de responsabilidade. Em seguida, os parlamentares passaram a interrogar o auditor do TCU Antônio Carlos Costa D'Ávila. Enquanto isso, nos bastidores, Dilma teria recusado proposta do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), de renunciar ao mandato em troca de votos para a absolvição em plenário e manutenção de seus direitos políticos.



Gerais » Realidade violenta Realidade violenta São Joaquim de Bicas é a cidade com maior taxa de homicídios em Minas

"Não espero mais nada. Só a justiça" desabafa a dona de casa Águida Borges, que teve três filhos assassinados em apenas dois anos. Ela e o marido, o pedreiro Dílson Silva, moram no município mais violento da Região Metropolitana de Belo Horizonte, segundo o Mapa da Violência 2016. Pesquisa revela que em 10 anos o número de assassinatos por arma de fogo em Minas subiu 2,5%. Em BH, houve queda de 46%. Estudo analisou a evolução dos homicídios entre 1980 e 2014 conforme o gênero, a raça e a idade das vítimas. Os homens negros entre 15 e 29 anos são os mais atingidos pela violência no Brasil. (foto: Juarez Rodrigues/em/d.a press)


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