Roubos de carro disparam Ataques com arma a motoristas cresceram 29% em um ano em BH, enquanto furtos caíram 9%

Entre janeiro e novembro de 2013 e o mesmo período do ano passado, o número de roubos passou de 3.594 para 4.670, e o de furtos diminuiu de 4.683 para 4.252 na capital, segundo a Secretaria de Estado de Defesa Social. Os veículos modernos, com equipamentos de segurança e rastreador, inibem a ação dos ladrões, que têm dificuldade para insistir em técnicas de arrombamento e acionamento sem a chave. Em contrapartida, eles passam a abordar motoristas com arma de fogo e mais violência, na avaliação da Polícia Civil. Os números altos refletem ainda o medo de quem está vulnerável aos bandidos. É o caso, por exemplo, do drama vivido por um advogado e um amigo durante um assalto no início deste mês: "Um criminoso assumiu a direção do carro e o outro ficou no banco do passageiro com a arma apontada para nós. O tempo todo, ele estava com o dedo no gatilho e nos ameaçava. Dizia que não eles teriam problema em nos matar".



Dupla implacável contra drogas Dupla implacável contra drogas O Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, na Grande BH, conta com uma parceria eficaz no combate ao tráfico de drogas, além de técnicos especializados e equipamentos de raios X. Diariamente, a agente Paula Santos Almeida e a cadela da raça pastor-alemão Ivy (acima) vasculham o terminal, desde veículos, compartimentos de bagagens e esteiras até saguões e corredores. O rigor do animal para farejar 250 volumes no embarque e 400 no desembarque é feito de forma educada e cuidadosa para manter a discrição e o respeito aos passageiros. Ao identificar a carga ilícita, a K9, bem comportada, se senta e espera Paula agir. (Foto: Alexandre Guzanshe/EM/D.A Press)



A passarela que virou ponte A passarela que virou ponte Os moradores de Almenara enfrentam uma via-crúcis diária, desde que a ponte sobre o Rio Jequitinhonha teve a estrutura abalada pelo excesso de peso de duas carretas bitrem e foi interditada em 10 de janeiro. O problema dividiu a cidade e gerou transtornos diversos para atividades cotidianas, como fazer compras ou levar o filho à escola. A travessia do rio é feita de balsa, que é demorada e paga, ou por uma passarela improvisada (acima), liberada apenas para pedestres. A empreiteira contratada pelo Departamento Estadual de Estradas de Rodagem (DER-MG) para recuperar um dos pilares danificados da ponte prometeu liberá-la em 1º de maio. (Foto: Jair Amaral/EM/D.A Press)


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