Gerais » Transporte clandestino cada vez mais desenfreado A ofensiva contra os ônibus piratas intermunicipais, desencadeada na terça-feira pela Operação Ponto Final, envolvendo Polícia Militar, Ministério Público e governo estadual, não intimidou os operadores do esquema. Os repórteres Valquiria Lopes, Guilherme Paranaiba e Marcos Vieira mostram que, apenas dois dias depois de vasculhadas pela força-tarefa, pelo menos nove das 15 empresas investigadas retomaram as viagens. Mesmo acusados de quatro crimes e com impedimento de circulação lançado na documentação de 70 coletivos, não pisaram no freio. Operadoras continuam a oferecer passagens, por até metade do preço das linhas regulares, para diversos destinos, especialmente no Norte de Minas e nos vales dos rios Doce, Mucuri e Jequitinhonha. Os agenciadores atuam, inclusive, na porta da rodoviária de BH, sem se preocupar, gritando os nomes das cidades. Enquanto isso, o transporte legal encolhe. Quarenta municípios do estado não dispõem do serviço e em outros 22 as empresas responsáveis abandonaram sua prestação, segundo o Departamento de Edificações e Estradas de Rodagem de Minas Gerais.



Na trilha Na trilha Uma travessia que está sendo demarcada com a ajuda de voluntários promete ser a mais radical e desafiadora atração no Parque Nacional da Serra do Cipó. São 40 quilômetros por antigos caminhos de tropeiros, com vestígios arqueológicos, cânions e belezas naturais, saindo de Morro do Pilar, passando por campos rupestres de Itambé do Mato Dentro, até o distrito de Serra dos Alves, em Itabira. Os enviados especiais Mateus Parreiras e Leandro Couri fizeram a trilha-piloto, num percurso de três dias, com dois pernoites em antigos abrigos das tropas, e contam a aventura, com arriscadas passagens entre cachoeiras e paredões, nas quais um acidente pode ser fatal. (foto: Leandro Couri/EM/D.A Press)


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